Entenda como funciona o varejo na era digital

A adequação do varejo na era digital é a principal demanda dos comércios atuais. A evolução da tecnologia provocou uma série de mudanças marcantes nos hábitos da sociedade, especialmente os de consumo. As exigências do consumidor aumentaram e ele está ainda mais sedento por uma experiência completa.

Antes uma necessidade, hoje, sair de casa para comprar é uma opção. Então, é preciso otimizar esse momento. Uma simples ida a uma loja deve ser uma atividade prática e agradável. Só a tecnologia consegue proporcionar isso atualmente, por meio de suas ferramentas.

Neste post, você vai entender melhor essa mudança de comportamento do varejo e ver como essa adaptação pode ser feita. Confira!

Quais os novos tipos de relações de varejo na era digital?

Hoje, não é mais tão simples atender o cliente em um ponto físico. A tecnologia precisa estar presente para garantir o que o consumidor final busca. Entretanto, a complexidade gira em torno desta questão: saber dosar a presença da tecnologia no varejo, de forma que ela seja útil.

Recursos altamente avançados custam caro e podem não agregar tanto. A precisão e a otimização devem reger essas escolhas. A ideia é focar satisfação do cliente, a partir de tecnologias que facilitem a sua vida.

Veja abaixo o que já é realidade no varejo na era digital!

Melhoria da experiência na loja física

Na era digital, é fundamental que o varejo consiga competir com o e-commerce. Faça o seguinte questionamento: como fazer minha loja ser atrativa, ainda que haja a possibilidade de comprar online? São duas experiências distintas, mas o momento presencial pode ser interessante com a ajuda da tecnologia.

Sendo assim, as marcas têm oferecido recursos que ajudam o seu cliente no autoatendimento, na visualização de informações, na consulta de produtos e em outras necessidades que aparecem. Todas as interações do consumidor em uma loja podem ser otimizadas com a tecnologia.

Integração entre digital e varejo

Pesquisar online e comprar offline. O comércio faz muitas vendas desse tipo, pois é um comportamento muito comum atualmente. É possível potencializar essas situações, por meio de ferramentas que integrem virtual e presencial de maneira eficiente.

Bem, ainda não há a possibilidade de teletransporte, pelo menos até a publicação deste post. Como as pessoas ainda se deslocam até determinados pontos de venda para comprar, que pelo menos essa seja uma experiência bacana, certo?

A integração entre digital e varejo funciona como se a empresa construísse uma ponte entre o smartphone (ou outro aparelho) até a loja. Os serviços começam online e terminam no local físico. Entre as principais opções, destacamos as seguintes:

  • Perfil de consumo — ao chegar à loja, o cliente tem o registro de suas preferências de compras acessado, o que resulta em atendimento personalizado;
  • Retirada física — o cliente compra online e retira na loja;
  • Geolocalização — o cliente pesquisa por um produto e é indicado sobre em qual loja mais próxima pode encontrar;
  • Clube de fidelidade — o cliente recebe ofertas de desconto em seu e-mail e as aproveita na loja (o acesso ao benefício se dá por meio do CPF).

Como adaptar sua marca ao varejo na era digital?

Nem sempre é simples a adaptação do varejo na era digital. Você já viu que os recursos devem ser precisos e realmente úteis, com um objetivo claro. Nada muda em relação a uma loja tradicional, que deve ter bons produtos, atendimento eficiente, espaço físico ideal e outros requisitos básicos. Nesse contexto, o digital só entra para somar!

Diante disso, algumas dicas sobre como fazer essa adaptação podem cair bem, não é verdade? Confira as principais, a seguir!

Utilize métricas

Toda interação digital gera dados, os quais podem ser computados e analisados. As métricas são justamente os números de acessos, buscas e provenientes de outra atividade online. Tudo isso ajuda a entender hábitos de compras, preferências e vontades do consumidor.

O Big Data é uma tecnologia que visa à análise de volumes gigantescos desses dados. A partir disso, oferece insights e informações prontas para serem usadas. Outra ferramenta é o Google Analytics, que permite a análise em menor escala, mas de forma detalhada.

O varejo precisa ter acesso a essas tecnologias para conhecer melhor o consumidor e direcionar ofertas e oportunidades. Isso gera a sensação de proximidade, o que contribui para engajar e estimular novas oportunidades de compra.

Disponibilize o autoatendimento

Tendência já muito forte internacionalmente, o autoatendimento está chegando ao Brasil. Algumas redes, como o McDonald’s, já oferecem o totem para que o cliente faça seu pedido personalizado, e retire no balcão quando estiver pronto.

O mesmo pode ser aplicado em outros varejos, com finalidades que vão além de pedidos. Um totem pode tirar uma dúvida sobre preços de maneira rápida. Tal prática substitui um cartaz de supermercado, por exemplo, e ainda é sustentável. Ele também pode indicar em qual corredor uma mercadoria pode ser encontrada.

Imagine, em uma loja de roupas, visualizar o lookbook da última coleção em um painel digital! São pequenas intervenções com alto potencial de usabilidade, capazes de otimizar a experiência de ida a uma loja.

Enriqueça a experiência presencial

É necessário pensar no ponto de venda físico com base em estratégias de marketing, tais como os fundamentos de neuromarketing. A experiência presencial pode ser enriquecida com intervenções que estimulem a percepção sensorial do cliente, de modo que o momento fique mais agradável e propício ao consumo.

A tecnologia oferece dinamismo na música ambiente, por exemplo, atendendo aos conceitos de sound experience. A música certa pode incentivar as compras, uma vez que torna o momento e o ambiente agradáveis e estimulantes.

O olfato também pode ser explorado. Quando as roupas são perfumadas com um cheiro característico da marca, estimulam a vontade do consumidor de comprá-las. Essas questões são ideias da neurociência aplicadas no varejo e no marketing.

Fortaleça a ponte entre digital e físico

Você se lembra da ponte entre digital e físico, que mencionamos na primeira parte do post? Há uma série de possibilidades, além das que foram apresentadas até aqui. Por mais que comprar online seja agradável, as lojas ainda proporcionam experiências e vantagens únicas, que podem ser altamente exploradas.

Sempre ofereça boas oportunidades para quem visitar o varejo, a fim de facilitar a vida do consumidor. Online, mostre o que ele vai encontrar, indique pontos de venda, conceda descontos para serem usados fisicamente, e encaminhe essa venda antes de o consumidor sair de casa.

Aplique o sampling

O varejo na era digital não fechou as portas para o sampling. Muito pelo contrário: abriu ainda mais possibilidades de uso. As amostras seguem eficientes e podem ser um grande chamariz. Os produtos oferecidos como cortesias podem gerar uma conexão com o digital.

Quer um bom exemplo? Forneça uma amostra com um QR Code impresso nela e, ao acessar o link integrado, o consumidor dá a sua opinião. Em meio a isso, pode ser disponibilizado um voucher de desconto para a loja física para quem avaliar.

Viu como o varejo na era digital segue forte e pode melhorar com a adaptação? Coloque em prática as dicas deste post, agora que você já entendeu mais sobre o assunto.

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2018-10-22T17:59:50+00:00Por |0 Comentários

Sobre o Autor:

Ana Letícia, 36 anos, arquiteta que tem a publicidade no DNA. Se interessa pelo mundo do varejo, desde o visual merchandising das lojas, tendências de mercado, e tudo que envolve a experiência de consumo. Na Samplify atua na área de Canais, se relacionando com os principais players do varejo.

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